O que é a Sintergética?
A Sintergética é uma concepção de vida e um sistema médico complementar, que promove a integração entre as medicinas energéticas ou vibracionais, as práticas médicas tradicionais (medicina chinesa, ayurvédica, etc) e a medicina moderna, resgatando o melhor de cada campo terapêutico. Nasce como uma disciplina de síntese, na qual é reconhecida a validade de uma observação objetiva do aspecto físico do paciente e também reivindica a necessidade de uma aproximação subjetiva ao homem, cuja desarmonia e doença se instalam freqüentemente na profundidade de suas emoções é são elas que em algum momento da vida bloqueiam o fluxo energético normal produzindo assim a doença.
Parte do princípio de que tudo que existe é uma serie de aspectos e manifestações da consciência. Considera que o ser humano é uma unidade de consciência, produto da integração de diferentes campos de energia que poderíamos resumir nos seguintes níveis: físico, emocional, mental e espiritual. A doença se concebe como uma conseqüência da fricção entre estes níveis de consciência. Eliminar estas fricções, permitindo o livre fluxo da energia no sistema, é um dos propósitos da Sintergética. Possui uma visão holística e integrativa, enxerga o paciente como um todo e totalidade biopsicosocial, que está em permanente relação com o meio que a circunda. É dizer que a medicina resgata o homem para o contexto vivo de sua humanidade, é somente como um mecanismo no qual se pode mudar alguma peça. Não pretende ser uma especialidade mais, tampouco nega a ciência nem a medicina convencional, pelo contrario se sustenta firmemente em algumas disciplinas como a biologia molecular, medicina interna, psiconeuroimunologia, física quântica, biofísica, psicocobiologia e psicologia transpessoal, entre outras. Resgatando assim o melhor de cada campo terapêutico para que, dentro de uma prática coerente, possa estar a serviço da humanidade.
Na prática o fundamento básico da Medicina Sintergética é reconhecer no paciente a existência de um corpo vital e energético de caráter eletromagnético. Este representa o nível de intercambio de todas as energias que circulam no organismo, sendo, sensível entre outros estímulos sutis a luz, imagens mentais e campos eletromagnéticos aos quais se relacionam sem que exista um contato físico direto. Convertendo-se assim estes estímulos em ferramentas básicas da terapia. Desta maneira atuando sobre os corpos sutis é possível ter um efeito sobre o corpo físico, que precipita a energia e da forma a matéria. Sendo matéria e energia, vibrações correspondentes e freqüências diferentes.
A terapia de modulação energética atua no nível do sistema energético vital e neuroendocrinológico do organismo, que é sensível a estímulos vibratórios sutis como: filtros de substancias orgânicas, sistemas de condução de sinais, luz, laser, ondas de forma, cores, campos magnéticos, isovacunas, informações e essências de substancias vibracionais e sistemas de resonadores de arquétipos mórficos (Sistema RAM) que recebem, processam, transmitem e aumentam a informação e energia. Complementam-se com a medicina natural, vitaminas, oligoelementos, antioxidantes e dietas.
A Sintergética como medicina da consciência
É um território de integridade não local e indivisível, supõe uma consciência plena da mutua responsabilidade. Na grande corrente da vida em algum nível todas as coisas se conectam e interagem com as outras. Mente e corpo não são duas instancias separadas, estão em cada célula, se inter-relacionam sincronicamente para determinar em cada instante o que nós somos. Nem medicina da mente, nem medicina do corpo, nem a chamada medicina mente-corpo. A Sintergética promove uma medicina de síntese, holística e humana na qual resgata em nos a indissolúvel integridade de todas as facetas da consciência para promover a integridade.
Nesta dimensão a saúde é um sinônimo de integridade e a doença nos revelara esses setores de nossa economia os que não foram alcançados ou perdido a integridade.
Só poderá promover-se a saúde de uma maneira holística quando o individuo mesmo participe de maneira consciente, ativa e responsável no seu processo de recuperação. E dizer, assuma seu papel e aprenda da doença para logo dar sentido e significado a sua vida. Do contrario estaremos lutando contra a morte e a doença buscando somente a sobrevivência. Promover a saúde implica favorecer o desenvolvimento equilibrado do melhor do potencial humano para que possa revelar-se no serviço para a humanidade e a todos os reinos de nosso planeta.
Uma nova visão da saúde
A saúde não é um estado absoluto, não significa presença ou ausência de algo. Não é exclusiva do corpo físico, não é quantificavel nem susceptível de medição.
A saúde é um processo dinâmico, relacional, participativo e ativo. É uma tendência e uma condição relativa, que pode ser definida como uma qualidade que o individuo possui e que se revela como integridade biológica, psíquica e social. É um sentimento de bem estar integral que acessa um individuo, grupo ou sociedade. Revela um lado de integridade que se traduz na capacidade do individuo de relacionar-se harmonicamente com si mesmo e com o mundo. Não só esta relacionado com fatores externos, herança e meio ambiente, como também com nosso estilo de vida, atitudes, crenças e a maneira como enxergamos o mundo.
A doença é a perda da integridade ou ruptura da relação em alguns dos veículos de expressão do individuo ou com seu entorno. Então seremos mais ou menos saudáveis na medida que sejamos mais ou menos íntegros.
Integridade é a capacidade de relação, interdependência, inclusão, participação, cooperação e responsabilidade consigo, com os demais e com o entorno.
Além das causas e efeitos, as doenças têm propósitos ou finalidades. Mais que uma catástrofe a qual temos que combater, podemos vislumbrar como uma oportunidade para aprender, crescer e ser. A vida não se restringe como acreditamos na vida orgânica, além disso, é uma grande corrente de singularidades interdependentes, pela qual é absurdo tratar um órgão a margem da integridade de tudo o organismo humano, como pretender tratar o individuo sem dar-se conta de sua visão da vida, crenças e contexto sócio cultural.
Em torno de 70% das doenças crônicas no mundo de hoje, existe uma estreita relação com estilos de vida inadequados, geralmente devido a ignorância de nossas necessidades e potencialidades como seres humanos. Sobretudo a ignorância do que somos em essência, expressada como crenças, comportamentos, hábitos, costumes e praticas nocivas para a saúde. Portanto, uma transformação de nossa visão do mundo, é dizer a maneira como o homem enxerga a si mesmo e o universo, pode ser um poderoso agente promotor da saúde.
A saúde como processo e bem social atinge a todos na qual somos responsáveis. Portanto, ser um agente e ao mesmo tempo promotor da saúde não implica resolver todos os problemas globais da sociedade. Ter consciência que os problemas como a guerra, a fome, a desocupação, a injustiça e tudo mais que está submerso nosso planeta, nascem e tem sua origem no homem.
É saber que as mudanças de atitude e sua aplicação no cotidiano como a honestidade, a paz, as corretas relações e a compreensão amorosa são ferramentas terapêuticas. Tudo verdadeiro trabalhador da saúde e um servidor, um agente de transformação e mudança, não tanto por suas atitudes se não por suas aptidões que dignificam e resgatam a condição humana.
O agente de saúde é um educador, servidor, mestre e aprendiz no mesmo tempo. Seu melhor medicamento é a boa vontade, sua verdadeira posição no sistema da saúde vá a estar determinado pela capacidade de servir. Um agente da saúde não muda a ninguém, mas aporta os elementos necessários para que as pessoas enriqueçam sua atitude frente na doença e a vida, assim eles mesmos possam aportar o melhor de si mesmos. No serviço todas nossas relações são sanadoras.
Sanar é diferente de curar. Pode-se curar o corpo aliviando os sintomas e signos físicos. Mas sanar sempre se refere a integrar, relacionar e despertar a responsabilidade e a mudança de atitude sobre a própria vida. Pode-se sanar a vida assim que os sintomas físicos não desapareçam.
O fracasso dos sistemas da saúde e os modelos atuais se devem em boa parte a que se fundamentam na dependência e implicitamente conspiram contra a participação ativa do individuo.
Atingir um modelo integrativo da saúde é estabelecer uma cultura que restaure a visão do homem como sujeito e recoloque seu papel no mundo das objetividades; liberá-lo dos fundamentalismos impositivos e permita que os serviços da saúde no se convertam em mercadorias da sociedade de consumo. Isto aumentado a uma nova ecologia humana proposta de uma cultura da consciência.
As novas escolas da saúde integraram e colocaram ao alcance de toda a humanidade o melhor de tudo o saber médico. Tanto no plano da tecnologia assim como também na sabedoria ancestral que propõe uma arte de viver ao desenvolvimento harmônico da humanidade em equilíbrio com a natureza. Não existindo sistemas médicos ou territórios terapêuticos melhores ou piores; por circunstancias que atravessa a humanidade todos eles são necessários e podem ser perfeitamente complementares.
A abertura do sistema da saúde atual até uma nova medicina dos grandes grupos humanos, expressado é dirigido do coração no genuíno código do sentir. Também da autogestão dos pacientes, os grupos de auto-ajuda e círculos terapêuticos nos permitiram fortalecer e incrementar o suporte relacional como um dos pilares fundamentais em esta nova visão que será também uma cultura de corretas relações humanas baseadas na compreensão amorosa.
Uma nova cultura médica estará animada por um espírito de síntese, na qual os eventos relacionados com a patogênese da doença se reconheçam e analisam sem perder de vista a vida mesma do paciente. Enfocando a vida como um todo na qual todos os processos e dinâmicas que sucedem estão relacionados e regidos pela impermanencia, incerteza e interdependência.
O surgimento da Sintergética é produto de uma nova cultura, produto de uma humanidade diferente de aquela que os médicos deveram abordar com critérios quase puramente bioquímicos. Medicina da consciência que se diversifica em cascadas de informação, energia e matéria, a Sintergética assume a consciência mesma como o comum denominador que pode integrar paradigmas médicos e técnicas terapêuticas, em uma metavisão que dê vigência social a uma medicina, que de tal modo, será mais humana.
Quando concebemos a saúde e a doença de esta maneira, o enfoque terapêutico muda.
Então se consegue que o paciente tome consciência que o seu padecimento tem um propósito, um sentido, um ensino e sobre tudo um significado em sua vida e processo evolutivo.
Com esta nova perspectiva do homem e a medicina, logo teremos:
-Um paciente ativo, autoconsciente, responsável e participativo no processo de recuperação e melhora da saúde.
-Um médico que vai além de ser um simples técnico executor de protocolos e procedimentos. Na qual o paciente tal vez encontre o amigo, conselheiro o sacerdote. De repente o pai ou a mãe que a vida negou-lhe, tal vez somente um ombro para chorar ou um sorriso para compartilhar.
-O ato terapêutico então se converterá em uma consagração, tempo mágico na qual se encontram dois seres para compartilhar momentos de vida, instantes de amor.